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Anti-inflamatórios naturais

No primeiro século d.C, Celsius descreveu os principais sintomas clínicos da inflamação: dolor (dor), rubor (vermelhidão), tumor (inchaço) e calor (calor). Os mecanismos moleculares responsáveis ​​pelo desenvolvimento destes sintomas são agora entendidos como resultado de uma maior expressão de um subconjunto de genes que normalmente mantêm a homeostasia fisiológica. Inúmeras doenças são causadas ou agravadas pela inflamação. Muitos pesquisadores buscam anti-inflamatórios naturais para tentar controlar a inflamação crônica com o mínimo de efeitos adversos. 

Por exemplo, mediadores solúveis, tais como o óxido nítrico (NO), prostaglandinas (PGs), fator de necrose tumoral-α (TNF-α), e interleucina-1 (IL-1) geralmente desempenham um papel no controle de funções importantes, tais como a regulação da pressão sanguínea, agregação plaquetária e a temperatura do corpo. Sob condições inflamatórias patologicamente, no entanto, a produção destas moléculas promovem eventos desde o aumento na infiltração de leucócitos e permeabilidade vascular à falha do órgão. A inibição seletiva destas e de outras atividades inflamatórias continua a ser um objetivo importante para o tratamento eficaz da inflamação (D’ACQUISTO et al., 2002; KARIN & BEM-NERIAH, 2000; GHOSH et al.,1998).

INDICAÇÕES PARA O ÔMEGA 3

BENEFÍCIOS DO ÔMEGA 3

Os ácidos graxos poliinsaturados do Omega-3 são conhecidos por aliviar a rigidez e a dor em pacientes com artrite reumatóide embora, os mecanismos através dos quais estes exercem os seus efeitos benéficos não tenha sido completamente explorada. Uma nova classe de mediadores lipídicos bioativos, que são enzimaticamente biosintetisadas in vivo a partir ômega-3, o ácido eicosapentanóico (EPA) e docosahexanóico (DHA), podem exercer ações anti-inflamatórias e são mais potentes do que os seus precursores (LEE, et al., 2012).

UC-II: Novo ativo para o tratamento da Artrite

A artrite aflige aproximadamente 43milhões de Americanos, os dois tipos mais comuns de artrite são a osteoartrite (OA) e a artrite reumatóide (AR) (CROWLEY et al., 2009). A osteoartrite (OA) é definida pela Sociedade Americana de Reumatologia como um grupo heterogêneo de condições caracterizadas pela degeneração da cartilagem articular e por mudanças ósseas subjacentes nas articulações (ALTMAN, et al., 1986). Tratamentos não-cirúrgicos comuns para a OA incluem os inibidores da ciclooxigenase- 2 (COX-2) e antiinflamatórios não-esteroidais, alvos para a dor e inflamação. Infelizmente, muitos destes fármacos mostram-se com eficácia limitada e são associados a diversos efeitos adversos, e a alta toxicidade (SARZI-PUTTINI et al., 2005).

Apresentação do UC-II com animação

Benefícios do SAME na Osteoartrite e Doenças hepáticas

S-adenosilmetionina (SAMe) é produzido no fígado a partir de metionina. O SAMe parece aumentar os condrócitos e a espessura da cartilagem, e pode também diminuir o dano dos condrócitos induzido por citocina. O S-adenosilmetionina tem sido utilizado no tratamento da osteoartrite, bem como outras doenças tais como a depressão e a doença hepática (WILSON; SPERRY; GREGORY, 2008).

Hardy e colaboradores (2003) realizaram uma revisão abrangente da literatura e da síntese de provas sobre a utilização de S-adenosilmetionina (SAMe) no tratamento da depressão, osteoartrite e doença hepática. Os estudos analisados indicaram que SAMe é mais eficaz do que o placebo no alívio dos sintomas da depressão e dor causada pela osteoartrite. O tratamento com SAMe foi equivalente à terapia padrão para a depressão e osteoartrite.

Vitamina D e Doenças Osteoarticulares

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