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A microbiota do ser humano

Fonte: RAY, 2012.

Fonte: RAY, 2012.

A frase “nenhum homem é uma ilha”, escrita por Jonh Donne, esta certa de uma maneira muito singular, nós nunca estamos sozinhos, estamos sempre acompanhados por um número surpreendente de microrganismos que colonizam as superfícies do nosso corpo e mucosa (LOBO et al.,2016).

Apesar do ponto de vista antropocêntrico, que garante que somos organismos altamente evoluídos e autossuficientes, pesquisas com animais livres de microrganismos conta uma história diferente. Os microrganismos são fundamentais em cada etapa da nossa vida, e sem eles não seriamos capazes de sobreviver neste mundo (LOBO et al.,2016).

Tratamento de hipocromias e acromias

É crescente o número de procedimentos estéticos que utilizam-se de mecanismos inflamatórios para promoverem modificações na pele, as complicações mais comuns são  as discromias.

Discromias podem ser divididas em: Acromias ou hipocromias (ausência ou diminuição de melanina), hipercromias (excesso de melanina), eucomelanodermias (asso­ciação das duas anteriores)e discromias por outros pigmentos (AZULAY,2013).

Existem muitas opções terapêuticas para tratar hipercromia, mas poucas opções para tratar hipercromias ou acromias. Segue uma revisão bibliográfica com objetivo de buscar alternativas terapêuticas para tratar hipocromias e acromias.

UC-II: Novo ativo para o tratamento da Artrite

A artrite aflige aproximadamente 43milhões de Americanos, os dois tipos mais comuns de artrite são a osteoartrite (OA) e a artrite reumatóide (AR) (CROWLEY et al., 2009). A osteoartrite (OA) é definida pela Sociedade Americana de Reumatologia como um grupo heterogêneo de condições caracterizadas pela degeneração da cartilagem articular e por mudanças ósseas subjacentes nas articulações (ALTMAN, et al., 1986). Tratamentos não-cirúrgicos comuns para a OA incluem os inibidores da ciclooxigenase- 2 (COX-2) e antiinflamatórios não-esteroidais, alvos para a dor e inflamação. Infelizmente, muitos destes fármacos mostram-se com eficácia limitada e são associados a diversos efeitos adversos, e a alta toxicidade (SARZI-PUTTINI et al., 2005).

Apresentação do UC-II com animação

Quitosana e outros fitoterápicos – Papel multifuncional no combate a obesidade

A obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo acúmulo de gordura nos adipócitos, frequentemente associada a diabetes tipo II, inflamação, hipertensão e doenças cardiovasculares. Estudos sugerem que a quitosana possui efeitos contra a obesidade. A quitosana é um polissacaríeo compreendendo copolímeros de glucosamina e N-acetilglucosamina (WALSH et al., 2013).

Fotoproteção Oral – Tratamento adjuvante à Fotoproteção tópica

A fotoproteção pode ser fornecida não só por bloqueadores da radiação UV, mas também por substâncias orais. Foram identificadas associações entre alimentos e câncer de pele, e substância orais que são foto protetoras em humanos. A radiação UV inibe a produção de ATP, causando uma crise energética, o que impede a imunidade ótima da pele e o reparo do DNA. Aumentar a produção de ATP com nicotinamida oral protege da imunossupressão causada pela radiação UV, aumenta o reparo do DNA e reduz a ocorrência de câncer de pele em humanos. As espécies reativas de oxigênio (ERO) também contribuem para o foto dano, mas pode-se proteger a pele com substâncias que possuem polifenóis em frutas, legumes, vinho, chá e alimentos que contém cafeína. Substâncias consumidas por via oral, seja por dieta ou por suplementos, pode influenciar as respostas cutâneas a radiação UV (CHEN et al., 2014).

Alternativas para o tratamento da Fibromialgia

A fibromialgia (FM) é uma Síndrome de dor crônica que afeta até 5% da população mundial. Clinicamente é caracterizada pela presença de dor difusa e pontos de hipersensibilidade, detectados por exame físico, e geralmente é acompanhado por fadiga, sono e transtornos de humor. O tratamento da FM inclui terapia não farmacológica e farmacológica. Muitos pacientes respondem bem ao exercício físico, e até 50% dos casos respondem adequadamente ao tratamento com antidepressivos tricíclicos, tal como baixas doses de amitriptilina. Vários outros fármacos utilizados em estudos controle têm mostrado aliviar os sintomas da FM, incluindo fluoxetina, duloxetina, milnacipran, ciclobenzaprina, gabapentina, pregabalina e tramadol. Estudos recentes mostram que a medicina alternativa, com Panax ginseng, tem mostrado uma alternativa para o tratamento da doença (BRAZ, et al, 2013).       

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